terça-feira, 31 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Ginástica da Strelnikova
Exercício importante para: o aumento da capacidade pulmonar e prevenção contra doenças respiratórias, muito bom também para pessoas que trabalham com a voz!
terça-feira, 17 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Mario Sérgio Cortella
Nos últimos 50 anos do séc. XX nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda a história anterior da humanidade, todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era SAPIENS, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do Séc. XX. Seria a redenção da humanidade, com uma questão, as questões centrais permaneceram: Quem sou eu? Pra quê tudo isso? Porque que eu não sou feliz apenas quando eu possuo objetos? Porque o MAL existe? Porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência?
UM ALERTA - os resultados da falta de consciência de irmandade
As imagens (tristes e vergonhosas), que você está prestes a ver, não são casos isolados. Estes são os padrões da indústria de animais de estimação, alimento, vestuário, entretenimento e pesquisa. A discrição do espectador é aconselhada.
Um ponto de vista diferente - O olhar de São Francisco de Assis:
O Cântico das Criaturas
Altíssimo, onipotente, bom Senhor,
a ti o louvor, a glória, a honra e toda a bênção.
A ti só, Altíssimo, se hão-de prestar
e nenhum homem é digno de te nomear.
Louvado sejas, ó meu Senhor, com todas as tuas criaturas,
especialmente o meu senhor irmão Sol,
o qual faz o dia e por ele nos alumias.
E ele é belo e radiante, com grande esplendor:
de ti, Altíssimo, nos dá ele a imagem.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela irmã Lua e as Estrelas:
no céu as acendeste, claras, e preciosas e belas.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pelo irmão Vento
e pelo Ar, e Nuvens, e Sereno, e todo o tempo,
por quem dás às tuas criaturas o sustento.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela irmã Água,
que é tão útil e humilde, e preciosa e casta.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pelo irmão Fogo,
pelo qual alumias a noite:
e ele é belo, e jucundo, e robusto e forte.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela nossa irmã a mãe Terra,
que nos sustenta e governa, e produz variados frutos,
com flores coloridas, e verduras.
Louvado sejas, ó meu Senhor, por aqueles que perdoam por teu amor
e suportam enfermidades e tribulações.
Bem-aventurados aqueles que as suportam em paz,
pois por ti, Altíssimo, serão coroados.
Louvado sejas, ó meu Senhor, por nossa irmã a Morte corporal,
à qual nenhum homem vivente pode escapar:
Ai daqueles que morrem em pecado mortal!
Bem-aventurados aqueles que cumpriram a tua santíssima vontade,
porque a segunda morte não lhes fará mal.
Louvai e bendizei a meu Senhor, e dai-lhe graças
e servi-o com grande humildade…
O Cântico das Criaturas
Altíssimo, onipotente, bom Senhor,
a ti o louvor, a glória, a honra e toda a bênção.
A ti só, Altíssimo, se hão-de prestar
e nenhum homem é digno de te nomear.
Louvado sejas, ó meu Senhor, com todas as tuas criaturas,
especialmente o meu senhor irmão Sol,
o qual faz o dia e por ele nos alumias.
E ele é belo e radiante, com grande esplendor:
de ti, Altíssimo, nos dá ele a imagem.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela irmã Lua e as Estrelas:
no céu as acendeste, claras, e preciosas e belas.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pelo irmão Vento
e pelo Ar, e Nuvens, e Sereno, e todo o tempo,
por quem dás às tuas criaturas o sustento.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela irmã Água,
que é tão útil e humilde, e preciosa e casta.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pelo irmão Fogo,
pelo qual alumias a noite:
e ele é belo, e jucundo, e robusto e forte.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela nossa irmã a mãe Terra,
que nos sustenta e governa, e produz variados frutos,
com flores coloridas, e verduras.
Louvado sejas, ó meu Senhor, por aqueles que perdoam por teu amor
e suportam enfermidades e tribulações.
Bem-aventurados aqueles que as suportam em paz,
pois por ti, Altíssimo, serão coroados.
Louvado sejas, ó meu Senhor, por nossa irmã a Morte corporal,
à qual nenhum homem vivente pode escapar:
Ai daqueles que morrem em pecado mortal!
Bem-aventurados aqueles que cumpriram a tua santíssima vontade,
porque a segunda morte não lhes fará mal.
Louvai e bendizei a meu Senhor, e dai-lhe graças
e servi-o com grande humildade…
A física das possibilidades
Há morte quando a consciência pára de causar o colapso das possibilidades quânticas em eventos reais da experiência.
Um outro olhar
Até aqui eu quis fazer desse blog um espaço estritamente ligado à poesia, já que o meu olhar sobre ela se resumia apenas a um conjunto de frases em sentido conotativo. Mas e se a poesia for anterior à escrita? E se optarmos por saboreá-la em seu sentido metafísico? Assim eu passaria a acreditar na possibilidade de expressarmos nossa criatividade não só através da língua, mas vivendo a poesia, nos harmonizando com algo muito maior do que nós, transformando as nossas ações em poiesis. Quero voltar a minha atenção para o momento em que germinamos a obra de arte dentro de nós, quero ser a obra de arte doando lentes de amor para que somente assim as pessoas possam olhar o mundo. Proponho um profundo mergulho nas águas do caudaloso rio da vida. Agir por amor e com amor é a poesia que eu escolho praticar. Sendo assim resolvi postar a partir de agora sementes de ações amorosas, com o intuito de registrar através de fragmentos, onde se manifesta o bem, todo o bem, o sumo bem! Seja bem vindo!
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
O Preso (para o Felipe)
Estava lá o preso a minha espera,
Eu o visitava.
O tempo se desfez,
E em uma hora nós recuperamos o ano...
Palavras, palavras, para disfarçar,
É que o preso não podia dar tempo às lágrimas
(Mas sabe como água é, escapa.)
Chovia e a gente nem ligava,
Ele me abraçava,
E entre um abraço e outro,
Gargalhadas...
É que as piadas há muito estavam guardadas,
Já era tempo de soltá-las.
O preso, quando não pensava,
Era uma felicidade só.
Que dó que dava,
Mas a gente nem pensava.
O nó na garganta a gente ignorava,
E assim o tempo passava...
Houve algum silêncio, eu acho,
Houve poesia, reza, cantoria
Houve instrução, conselho, troca...
E antes que o ano acabasse,
Mais algumas velozes anedotas.
Aquela hora foi o nosso ano mais intenso,
Pedimos até para que o relógio parasse,
Mas não houve jeito da sineta não tocar...
“Guenta, preso, mais um pouco,
Tudo isso vai passar!”
E a sineta tocava, tocava...
E a gente nem ligava...
Ainda bem que chovia,
Pois sabe como água é, escapa.
Eu o visitava.
O tempo se desfez,
E em uma hora nós recuperamos o ano...
Palavras, palavras, para disfarçar,
É que o preso não podia dar tempo às lágrimas
(Mas sabe como água é, escapa.)
Chovia e a gente nem ligava,
Ele me abraçava,
E entre um abraço e outro,
Gargalhadas...
É que as piadas há muito estavam guardadas,
Já era tempo de soltá-las.
O preso, quando não pensava,
Era uma felicidade só.
Que dó que dava,
Mas a gente nem pensava.
O nó na garganta a gente ignorava,
E assim o tempo passava...
Houve algum silêncio, eu acho,
Houve poesia, reza, cantoria
Houve instrução, conselho, troca...
E antes que o ano acabasse,
Mais algumas velozes anedotas.
Aquela hora foi o nosso ano mais intenso,
Pedimos até para que o relógio parasse,
Mas não houve jeito da sineta não tocar...
“Guenta, preso, mais um pouco,
Tudo isso vai passar!”
E a sineta tocava, tocava...
E a gente nem ligava...
Ainda bem que chovia,
Pois sabe como água é, escapa.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Lentes de amor
A paz de um fim de tarde,
Pássaros narrando o horizonte lilás,
A inconfundível melodia do encontro do último fio de água salgada, com o último fio de areia...
A voz dos ventos nos cabelos,
Os pés marcados de chão,
A nobre solidão no cosmos,
Acordes do pensamento,
Somente uma explicação:
Há lentes de amor diante da minha visão!
Pássaros narrando o horizonte lilás,
A inconfundível melodia do encontro do último fio de água salgada, com o último fio de areia...
A voz dos ventos nos cabelos,
Os pés marcados de chão,
A nobre solidão no cosmos,
Acordes do pensamento,
Somente uma explicação:
Há lentes de amor diante da minha visão!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Enquanto uma folha cai
Enquanto uma folha cai do alto do acaso,
Penso no tempo e na sorte e na vida e na morte.
Penso que tudo é tempo,
Os dias sem você e os dias com você,
O tempo em que eu não sabia a tua existência
E nesse futuro de agora em que eu te sei no mundo.
Tudo é do balaio das horas,
Eu crio e recrio o agora, para te acessar,
Para obter de ti os minutos.
Enquanto uma folha cai,
Eu penso que nada a faz parar
E abdico assim do medo do que não fica,
Do efêmero e improvável destino das coisas.
Que se dane esse destino e que ele caia como as folhas,
A vida se inventa num instante!
Enquanto uma folha cai,
Muitos não a vêem em seu movimento,
Muitos não beberão desta beleza de segundo,
Que acontece por pura ação do tempo.
Assim como muitos não provarão teus beijos,
Teu sexo e a nossa falta de nexo.
No reduto do agora se dá o amor que inventamos,
E quem ousará dizer que não?
Eu leio os teus olhos como quem lê a folha que cai
- Sei do meu lugar em você -
E enquanto ela cai, eu penso nisso tudo:
Em nós que nos amamos de um amor gigante e instável,
No que não tem chão e nas dores do eminente Não,
E nesse hoje onde construo o nosso castelo!
Daqui a um segundo não sei mais o que quero.
E enquanto uma folha cai, eu te espero.
Penso no tempo e na sorte e na vida e na morte.
Penso que tudo é tempo,
Os dias sem você e os dias com você,
O tempo em que eu não sabia a tua existência
E nesse futuro de agora em que eu te sei no mundo.
Tudo é do balaio das horas,
Eu crio e recrio o agora, para te acessar,
Para obter de ti os minutos.
Enquanto uma folha cai,
Eu penso que nada a faz parar
E abdico assim do medo do que não fica,
Do efêmero e improvável destino das coisas.
Que se dane esse destino e que ele caia como as folhas,
A vida se inventa num instante!
Enquanto uma folha cai,
Muitos não a vêem em seu movimento,
Muitos não beberão desta beleza de segundo,
Que acontece por pura ação do tempo.
Assim como muitos não provarão teus beijos,
Teu sexo e a nossa falta de nexo.
No reduto do agora se dá o amor que inventamos,
E quem ousará dizer que não?
Eu leio os teus olhos como quem lê a folha que cai
- Sei do meu lugar em você -
E enquanto ela cai, eu penso nisso tudo:
Em nós que nos amamos de um amor gigante e instável,
No que não tem chão e nas dores do eminente Não,
E nesse hoje onde construo o nosso castelo!
Daqui a um segundo não sei mais o que quero.
E enquanto uma folha cai, eu te espero.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Em forma de oração
Quando quero rezar
Cravo as unhas na terra
Beijo a fronte do mar
Queimo a palma no fogo
Encho o corpo de ar
Cravo as unhas na terra
Beijo a fronte do mar
Queimo a palma no fogo
Encho o corpo de ar
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